BeProcessResearch preview · MVP

Agentic Process Intelligence Platform

Processos que aprendem enquanto acontecem.

BeProcess investiga como transformar logs, telas e trajetórias reais de trabalho em um modelo vivo do processo, pronto para orientar sua agentificação.

LIVE PROCESS MODELMVP / 01
BPeventocontextotransiçãoresultado
Modelo em evoluçãoPoCs construídas

O processo real não está no fluxograma.

Ele está distribuído entre sistemas, decisões, exceções, interações e resultados. A BeProcess nasce para reconstruir esse contexto e formar uma inteligência operacional que evolui com o próprio trabalho.

Antes de agentificar, é preciso descobrir o processo.

Mapear trabalho real exige muito mais do que gravar a tela. É preciso alinhar sinais de diferentes fontes, compreender o estado da interface, inferir a atividade em curso e reconstruir a lógica que conecta uma decisão à seguinte.

  1. 01

    Eventos sem significado

    Logs registram cliques, horários e coordenadas. Para compreender o processo, ainda é preciso reconhecer a atividade, a intenção e o contexto de cada ação.

  2. 02

    Telas sem trajetória

    Uma captura de tela mostra um estado da interface, mas não explica por que ele ocorreu nem qual decisão levou ao próximo estado.

  3. 03

    Ações sem processo

    Eventos de baixo nível precisam ser agrupados em tarefas, relacionados a uma instância e conectados ao resultado que produziram.

  4. 04

    Variantes sem regra

    Observar A seguido de B não revela a condição da transição. Exceções, retornos, escolhas e paralelismo precisam ser inferidos e validados.

O custo invisível começa antes do agente.

Empresas investem em modelos e integrações sem possuir uma representação confiável do processo que desejam agentificar. O resultado é um ciclo caro de entrevistas, documentação manual, hipóteses incompletas e retrabalho durante a construção.

74%

das empresas pesquisadas ainda não demonstraram valor tangível com IA.

BCG, 2024
70%

dos desafios de implementação estão ligados a pessoas e processos, não ao algoritmo.

BCG, 2024
2 em 3

organizações ainda não começaram a escalar IA por toda a empresa.

McKinsey, 2025
01 · Situação atual

O processo é redescoberto manualmente.

Analistas entrevistam pessoas, reconstroem variantes e documentam fluxos que ficam desatualizados assim que a operação muda.

02 · Intervenção BeProcess

A execução se torna evidência estruturada.

Logs e telas são convertidos em atividades, casos, estados e transições. A incerteza permanece visível e orienta a validação humana.

03 · Efeito econômico

Menos descoberta, menos retrabalho, valor mais cedo.

O primeiro desenho agentic parte de um modelo observável do processo, reduzindo o esforço anterior à automação e os erros de especificação.

Cenário-base ilustrativo

Operação de serviços com cinco processos críticos.

Operação analisada
200 profissionais · 3 áreas
Processos priorizados
5 por ano
Mapeamento atual
608 horas por processo
Custo-hora médio
R$ 110
Construção agentic
R$ 200 mil por processo
Investimento considerado
R$ 250 mil no primeiro ano

Impacto financeiro anual

Benefício bruto estimadoR$ 547,2 mil
R$ 167,2 mil

Eficiência no mapeamento

Redução-alvo de 50% sobre 3.040 horas anuais dedicadas a levantar e validar cinco processos.

R$ 200 mil

Retrabalho técnico evitado

Hipótese de evitar 20% de retrabalho sobre a construção agentic dos cinco processos priorizados.

R$ 180 mil

Valor antecipado

Três meses a menos até o uso, considerando R$ 60 mil de valor operacional mensal para o portfólio.

Benefício líquidoR$ 297,2 mil
ROI estimado119%
Payback estimado5,5 meses

Da evidência bruta ao processo agentificável.

A proposta combina compreensão visual, mineração de processos, reconhecimento de tarefas e aprendizado de transições em uma arquitetura contínua.

  1. 01Logs + telas

    Observar

    Capturar eventos, estados visuais, tempo e contexto de execução.

  2. 02Eventos semânticos

    Interpretar

    Transformar sinais técnicos em ações com significado operacional.

  3. 03Tarefas + casos

    Estruturar

    Segmentar ações, reconhecer instâncias e reconstruir trajetórias.

  4. 04Estados + transições

    Inferir

    Aprender condições, variantes, exceções e relações entre atividades.

  5. 05Modelo agentificável

    Compilar

    Gerar uma primeira configuração de agentes, ferramentas e guardrails.

Camada transversal confiança do modelo + revisão humana + resultados observados

Da observação contínua à operação agentic mensurável.

A arquitetura pensada para o MVP conecta um observador autorizado no Windows a uma plataforma multimodal. O sistema aprende o processo real, propõe um desenho futuro e transforma a versão aprovada em especificações prontas para a construção dos agentes.

01 · Observation plane

Captura autorizada e contextualização local

01

Windows Observer

Serviço leve em background que observa eventos, aplicações, mudanças de janela e estados relevantes da interface.

  • Windows Event Log
  • ETW
  • UI Automation
  • Screenshots por evento
02

Secure Context Pipeline

Sincroniza sinais, cria sessões, remove duplicidades e aplica políticas de exclusão, mascaramento e retenção.

  • Buffer local
  • Mascaramento local
  • Criptografia
  • Event stream
02 · Intelligence plane

Compreensão multimodal e reconstrução do as-is

01

Multimodal Intelligence

Modelos visuais interpretam as telas. LLMs relacionam eventos, reconhecem atividades, intenção, contexto e resultados.

  • VLMs
  • LLMs
  • OCR + layout
  • Embeddings
02

Visual Process Twin

A plataforma recompõe casos, variantes, estados e transições em um processo visual que se atualiza com novas evidências.

  • As-is vivo
  • Variantes
  • Confiança
  • Gargalos
03 · Execution plane

Desenho do should-be, agentificação e mensuração

01

Should-be Studio

O motor sugere simplificações, padrões e oportunidades de automação. A versão-alvo só avança depois da revisão humana.

  • Simulação
  • Regras
  • Aprovação
  • Versionamento
02

Agent Compiler

O processo aprovado vira uma especificação estruturada para orquestrador, agentes especialistas, ferramentas e handoffs humanos.

  • Agent blueprint
  • Tool contracts
  • Guardrails
  • Testes
03

Operation Digital Twin

Pessoas, agentes e sistemas alimentam um gêmeo digital que compara o projetado ao realizado e fecha o ciclo de aprendizado.

  • Runtime
  • Telemetria
  • Custos
  • Tempo

Background, não invisível

Um serviço administrável, com política explícita.

O Observer trabalha em background para não interromper a operação, mas sua captura deve ser transparente para a organização. Não pressupõe leitura irrestrita de teclas. Aplicações, janelas e campos sensíveis podem ser excluídos, e o processamento local reduz o volume de dados enviado à plataforma.

Depois do aceite

O should-be vira um contrato executável.

O modelo aprovado deixa de ser apenas um diagrama. Ele organiza as informações necessárias para construir o conjunto de agentes que automatiza o máximo tecnicamente viável, com limites, testes e responsabilidades definidos.

  1. 01

    Objetivos, entradas e saídas de cada agente

  2. 02

    Estados, condições e regras de transição

  3. 03

    APIs, aplicações e permissões disponíveis

  4. 04

    Handoffs humanos, exceções e escalonamentos

  5. 05

    Guardrails, testes, métricas e critérios de aceite

Digital twin da operação

Do ganho projetado ao ganho realizado.

O gêmeo digital combina telemetria dos agentes, atividades humanas e eventos dos sistemas. A plataforma acompanha cada execução e compara o desempenho real às premissas do business case.

01

Tempo de ciclo

Duração total, esperas e tempo por etapa.

02

Custo por caso

Horas humanas, consumo computacional e custo operacional.

03

Cobertura agentic

Percentual executado por agentes, humanos e sistemas.

04

Exceções

Frequência, causa, impacto e necessidade de escalonamento.

05

Valor realizado

Economia e capacidade liberada comparadas ao business case.

06

Qualidade

Retrabalho, conformidade e resultado de cada execução.

Status arquitetura de referência para o MVP, sujeita a validação técnica, de segurança e de produto

Da execução ao próximo ciclo.

  1. 01

    Observar

    Capturar ações e sinais gerados durante a execução real do trabalho.

  2. 02

    Reconstruir

    Relacionar eventos, decisões e contexto para compreender como o processo acontece.

  3. 03

    Aprender

    Comparar caminhos e resultados para atualizar continuamente o modelo do processo.

  4. 04

    Orientar

    Apoiar o próximo ciclo com contexto, conhecimento acumulado e critérios verificáveis.

Self-Learning Process Intelligence

A pesquisa investiga como um motor pode observar a execução, preservar contexto e aprender com resultados sem reduzir o trabalho real a um fluxo rígido. Autonomia, aqui, significa ampliar a capacidade de compreensão e adaptação dentro de limites claros de governança.

Estágio
MVP em construção
Evidência técnica
PoCs construídas
Categoria
Process Intelligence + Agentic AI
Foco
Mapeamento multimodal de processos

Um modelo executável muda o ponto de partida da agentificação.

Quando o motor reconhece estados, ações, condições, ferramentas e resultados com estabilidade, ele pode gerar automaticamente o primeiro desenho agentic do processo.

Essa é a hipótese que o MVP precisa provar. O objetivo não é eliminar a validação humana, mas tornar a agentificação mais rápida, rastreável e capaz de aprender com a operação.

ENTRADAProcesso observado
BeProcess engineCompreender
Inferir
Compilar
SAÍDA INICIALAgent blueprint
  • Objetivos e limites de cada tarefa
  • Ações, ferramentas e permissões
  • Regras de transição e decisão
  • Exceções e critérios de escalonamento
  • Métricas, resultados e ciclos de feedback

Peças recentes de um problema ainda aberto.

A literatura avança em compreensão de telas, task mining, descoberta de processos e agentes de interface. A tese da BeProcess é integrar essas frentes em um motor contínuo, da observação ao modelo executável.

2026Business & Information Systems Engineering

Enriching Process-Related UI Logs Via Screenshot-Based Activity Labeling by Using Vision-Language Models

Mostra como modelos de visão e linguagem podem enriquecer logs de interface com descrições semânticas, especialmente quando não há acesso à estrutura da aplicação.

Consultar publicação
2024Information Systems

Recognizing Task-Level Events from User Interaction Data

Trata da segmentação de eventos granulares em tarefas, da categorização das atividades e da associação de cada ação a uma instância do processo.

Consultar publicação
2024Information Systems

A Screenshot-Based Task Mining Framework for Disclosing the Drivers Behind Variable Human Actions

Usa capturas de tela para recuperar o contexto que explica variantes e decisões que os logs de interação, isoladamente, não revelam.

Consultar publicação
2025Process Science

Using Translucent Activity Relationships Frequencies to Enhance Process Discovery

Investiga como estados de tela podem revelar atividades disponíveis, inclusive caminhos não executados, e melhorar a descoberta de escolhas e paralelismo.

Consultar publicação
2024NeurIPS

OSWorld: Benchmarking Multimodal Agents for Open-Ended Tasks in Real Computer Environments

Evidencia a distância entre reconhecer uma interface e operar com confiabilidade em tarefas reais, sobretudo nos desafios de grounding e conhecimento operacional.

Consultar publicação
2024WorkflowLLM

Enhancing Workflow Orchestration Capability of Large Language Models

Avalia a capacidade de orquestrar fluxos com ferramentas, ramificações e ciclos, uma ponte necessária entre o modelo do processo e sua execução por agentes.

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